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Biologia - Procedimentos em ciencias e Caracteristicas dos seres vivos (livro Pag. 23 a 37)
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Conteúdos:
Ciências e tecnologias (pag. 29 a 31)
Características dos seres vivos (pag. 32 a 37)
Níveis de organização dos seres vivos (pag. 38 e 39)
Áreas da Biologia (caderno)Conteúdo postado no blog
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quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
o que é VIDA para a Biologia?
Uma definição convencional-biológica
Por mais simples que possa parecer, ainda é muito difícil para os cientistas definirem vida com clareza. Muitos biólogos tentam defini-la como um "fenômeno que anima amatéria".[4]
De um modo geral, considera-se tradicionalmente que uma entidade é um ser vivo se exibe todos os seguintes fenômenos pelo menos uma vez durante a sua existência:
- Crescimento, produção de novas células
- Metabolismo, consumo, transformação e armazenamento de energia e massa; crescimento por absorção e reorganização de massa; excreção de desperdício.
- Movimento, quer movimento próprio ou movimento interno.
- Reprodução, a capacidade de gerar entidades semelhantes a si própria.
- Resposta a estímulos, a capacidade de avaliar as propriedades do ambiente que a rodeia e de agir em resposta a determinadas condições.
Estes critérios têm a sua utilidade, mas a sua natureza díspar torna-os insatisfatórios sob mais que uma perspectiva; de facto, não é difícil encontrar contra-exemplos, bem como exemplos que requerem maior elaboração. Por exemplo, de acordo com os critérios citados, poder-se-ia dizer que:
- O fungo tem vida (facilmente remediado pela adição do requisito de limitação espacial, ou seja, a presença de alguma estrutura que delimite a extensão espacial do ser vivo, como por exemplo a membrana celular, levantando, no entanto, novos problemas na definição de indivíduo em organismos como a maioria dos fungos e certas plantas herbáceas).
- As estrelas também poderiam ser consideradas seres vivos, por motivos semelhantes aos do fungo.
- Vírus e afins não são seres vivos porque não crescem e não se conseguem reproduzir fora da célula hospedeira, mas muitos parasitas externos levantam problemas semelhantes.
Se nos limitarmos aos organismos terrestres, podem-se considerar alguns critérios adicionais:
- Presença de componentes moleculares como hidratos de carbono, lipídios, proteínas e ácidos nucleicos.
- Requisito de energia e matéria para manter o estado de vida.
- Composição por uma ou mais células.
- Manutenção de homeostase.
- Capacidade de evoluir como espécie.
Toda a vida na Terra se baseia na química dos compostos de carbono, dita química orgânica. Alguns defendem que este deve ser o caso para todas as formas de vida possíveis no universo; outros descrevem esta posição como o chauvinismo do carbono.
Outras definições
A definição de vida de Francisco Varela e Humberto Maturana (amplamente usada por Lynn Margulis) é a de um sistema autopoiético (que gera a si próprio) de base aquosa, limites lipoproteicos, metabolismo de carbono, replicação mediante ácidos nucleicos e regulação proteica, um sistema de retornos negativos inferiores subordinados a um retorno positivo superior.[5]
A definição de Tom Kinch é a de um sistema de auto-canibalismo altamente organizado naturalmente emergente de condições comuns em corpos planetários consistindo numa população de replicadores passíveis de mutação em redor dos quais evoluiu um organismo de metabolismo homeostático que protege os replicadores e os auxilia na sua reprodução.
Stuart Kauffman define-a como um agente ou sistema de agentes autónomos capazes de se reproduzir e de completar pelo menos um ciclo de trabalho termodinâmico.
A definição de Robert Pirsig pode ser encontrada no seu livro Lila: An Inquiry into Morals, como tudo o que maximiza o seu leque de possibilidades futuras, ou seja, tudo o que tome decisões que resultem num maior número de futuros possíveis, ou que mantenha o maior número de opções em aberto.
Um sistema que reduz localmente a entropia mediante um fluxo de energia. Ou seja, a vida é um fenômeno ordenado onde um ser ou ente mantém sua organização interna causando, por consequência, um forte desarranjo no meio. Segundo esta teoria, todo ser vivo para sobreviver precisa causar certos danos ao ambiente.
Por positivismo, bioquímicos tem definido a vida como um conjunto de moléculas que em suas interações mútuas desenvolvem um programa de auto-regulação cujo resultado final é a perpetuação da mesma coleção de moléculas. Um equilíbrio dinâmico que ao trocar matéria e energia com o meio permite a redução da entropia.[6]
Há possivelmente mais possibilidades de definição de vida, uma vez que se pode conceituá-la a partir do sentido que se atribui ao "viver".
Descendência modificada: uma característica útil
Uma característica útil sobre a qual se pode basear uma definição de vida é a da descendência modificada: a capacidade de uma dada forma de vida de gerar descendentes semelhantes aos progenitores, mas com a possibilidade de alguma variação devida ao acaso. A descendência modificada é por si própria suficiente para permitir a evolução, desde que a variação entre descendentes confira diferentes probabilidades de sobrevivência. Ao estudo desta forma de hereditariedade dá-se o nome de genética. Em todas as formas de vida conhecidas (excluindo os priões, que não são considerados seres vivos, mas incluindo vírus e viroides, que também não o são), o material genético consiste principalmente em DNA ou no outro ácido nucleico comum, RNA. Uma outra excepção pode ser o código de certas formas de vírus e programas informáticos criados através de programação genética, mas a questão de programas informáticos poderem ser considerados seres vivos, mesmo sob esta definição, é ainda um assunto controverso.
Exceções à definição comum
Muitos organismos são incapazes de se reproduzir e contudo são seres vivos, como as mulas e as formigas obreiras. No entanto, estas excepções podem ser levadas em consideração aplicando a definição de vida ao nível da espécie ou dogene individual (ver selecção por parentesco para mais informação acerca de como indivíduos não-reprodutivos podem aumentar a dispersão dos seus genes e a sobrevivência da sua espécie).
Quanto aos dois casos do fogo e das estrelas encaixarem na definição de vida, ambos podem ser facilmente remediados definindo metabolismo de uma forma bioquimicamente mais precisa. No seu Fundamentals of Biochemistry (ISBN 0-471-58650-1), Donald e Judith Voet definem metabolismo da seguinte maneira:
Metabolismo é o processo geral pelo qual os sistemas vivos adquirem e utilizam a energia livre de que necessitam para desempenhar as suas várias funções. Fazem-no combinando as reacções exoérgicas da oxidação de nutrientes com os processos endoérgicos necessários para a manutenção do estado vivo, tais como a realização de trabalho mecânico, o transporte activo de moléculas contra gradientes de concentração, e a biossíntese de moléculas complexas.
Esta definição, usada pela maioria dos bioquímicos, torna claro que o fogo não está vivo, pois liberta toda a energia oxidativa do seu combustível sob a forma de calor.
Os vírus reproduzem-se, as chamas crescem, as máquinas movem-se, alguns programas informáticos sofrem mutações e evoluem e, no futuro, provavelmente exibirão comportamentos de elevada complexidade. Por outro lado, na origem da vida, células com metabolismo mas sem sistema reprodutivo podem ter existido. No entanto, muitos não considerariam estas entidades seres vivos. Geralmente, todas as cinco características devem estar presentes para que um ser seja considerado vivo.
Níveis de organização dos seres vivos
Existem vários níveis hierárquicos de organização entre os seres vivos, começando pelos átomos e terminando na biosfera. Cada um desses níveis é motivo de estudo para os biólogos.Os átomos forma toda a matéria que existe. Eles se unem por meio de ligações químicas para formar as moléculas, desde moléculas simples como a água (H2O), até moléculas complexas como proteínas, que possuem de centenas a milhares de átomos. Como já vimos, a matéria viva é formada principalmente pela união dos átomos (C) Carbono, (H) Hidrogênio, (O) Oxigênio e (N) Nitrogênio.As organelas são estruturas presentes no interior das células, que desempenham funções específicas. São formadas a partir da união de várias moléculas. A célula é a unidade básica da vida, sendo imprescindível para a existência dela. Existem vários tipos de células, cada uma com sua função específica. Os tecidos são formados pela união de células especializadas. Os tecidos estão presentes apenas em alguns organismos multicelulares como as plantas e animais. Um exemplo de tecido é o muscular tem a função de produzir os movimentos musculares, o tecido ósseo, formado pelas células ósseas tem a função de sustentar o organismo.Sistemas
Átomos e moléculas
Organelas e Células
Tecidos
Órgãos
Os tecidos se organizam e se unem, formando os órgãos. Eles são formados de vários tipos de tecidos, por exemplo. O coração é formado por tecido muscular, sanguíneo e tecido nervoso. Os ossos são formados por tecido ósseo, sanguíneo e nervoso.
Os sistemas são formados pela união de vários órgãos, que se trabalham em conjunto para exercer uma determinada função corporal, por exemplo, o sistema digestório, que é formado por vários órgãos, como boca,estômago, intestino, glândulas, etc.
Organismo
A união de todos os sistemas forma o organismo, que pode ser uma pessoa, uma planta, um peixe, um cachorro, um pássaro, um verme, etc.
População
Dificilmente um organismo vive isolado, ele interage com outros organismos da mesma espécie e de outras espécies, e também com o meio ambiente. O conjunto de organismos da uma mesma espécie, interagindo entre si e que habitam uma determinada região, em uma determinada época, chama-se população.
Comunidade
O conjunto de indivíduos de diferentes espécies interagindo entre si numa determinada região geográfica, ou seja, conjunto de diferentes populações vivendo juntas e interagindo é chamado de comunidade. O “Cerradinho”, uma reserva ecológica dentro da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, é uma comunidade que abriga diferentes populações de plantas e animais nativos da região.
Ecossistema
O ecossistema é o conjunto dos seres vivos da comunidade, com os fatores não vivos, como temperatura, luminosidade, umidade e componentes químicos. Esses fatores não vivos são chamados de fatores abióticos. Os seres vivos são chamados de fatores bióticos. A interação entre os seres bióticos e os abióticos recebe o nome de ecossistema. Por exemplo, uma população de jacarés que está tomando sol em cima de uma pedra, nas margens de um rio.
Biosfera
A biosfera é o conjunto de todos os ecossistemas do planeta Terra. A biosfera é a mais alta de todas as hierarquias.
Ciência e Tecnologia
No dia 16 de outubro comemora-se o dia da Ciência e Tecnologia, a fim de se discutir os problemas causados pelos avanços tecnológicos e a atuação do homem como agente causador do crescimento do mundo e da destruição da natureza.
Todos esses inventos são considerados ciência, desde a época da pedra lascada até a era do computador.
Porém, Galileu Galilei foi quem afirmou que, para que algo se torne ciência, precisa ser experimentado, pois é a forma como se comprova as verdadeiras possibilidades da descoberta, se aquilo funciona ou não.
Dentre os cientistas que fizeram grandes contribuições para a humanidade podemos citar: Charles Darwin, através da teoria da evolução das espécies; Louis Pasteur, descobridor das bactérias causadoras das doenças, possibilitando as curas das mesmas; e Albert Einstein com a teoria da relatividade (descoberta do átomo).
Com uma trajetória de quatro séculos, a ciência tem se desenvolvido cada vez mais, pois quanto mais se estuda, desenvolvendo projetos tecnológicos, mais avanços acontecem na área.
Considerado um dos grandes inventos da humanidade, tivemos o brasileiro Alberto Santos Dumont, com a criação dos balões dirigíveis e, anos mais tarde, do 14-bis, um dirigível biplano. Porém, o mesmo foi acometido por forte depressão, ao ver que seu invento teve um lado nocivo, sendo aproveitado para sofisticar as guerras, matando milhares de pessoas.
Uma das últimas conquistas tecnológicas do país foi o aumento da capacidade da usina hidrelétrica de Itaipu, no Paraná, quando foi ligada sua última turbina para ampliar seus níveis de produção, a fim de abastecer várias cidades brasileiras.
Através dos avanços tecnológicos, a vida torna-se mais prática, mais dinâmica, porém temos os prejuízos para o planeta, que hoje volta-se para as questões de sustentabilidade, adaptando cada área às necessidades do homem, mas voltando-se para ações que preservem o meio ambiente, as boas relações humanas, visando um mundo melhor.
Resumo:
Ciências é o estudo de alguma coisa para a melhora da vida tanto animal como vegetal!Tecnologia é a aplicação desses estudos e métodos e a criação de ferramentas adequadas para a aplicação.
Exemplos de Ciências: Albert Einstein descobriu o Átomo e estudou-o muito a fundo.
Depois de um tempo estudando o átomo ele percebeu varias coisas interessantes, como, se lançar um Nêutron dentro do núcleo atômico o núcleo explodiria e se dividiria em dois e liberaria outros dois ou três nêutron atingindo outros átomos formando assim um efeito dominó que por fim chegaria a uma grande explosão nuclear (explosão do núcleo atômico)
Exemplo de Tecnologia: O governo dos EUA percebeu isso e o usou como arma para as guerras. colocando vários átomos dentro de uma capsula e o liberando em um lugar concentrado causando uma grande destruição.
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